Senti medo nas últimas semanas
De ter me perdido
De não ter quem me procure
Senti alívio nesses dias
Quando juntos, teu rosto com o meu
Admitimos o que sabíamos
Tenho pensado por essas noites
Sobre o nome desse coisa
E o que ela, realmente, significa
Não há palavras, sequer definições
Só essa coisa dentro da gente
Que se concreta, quando respiramos juntos
E trocamos o que sai da gente
Você respira eu te absorvo
O que sai de mim, fica em você
E em minha mente você permanece
Seus olhos, sua voz, sua pele
Seu cheiro, sua pessoa.
(Fernando Vieira - Inverno de 2009)
Poxa.
ResponderExcluirMagoei...
Eu até tinha perdoado a falta de visitas... Aí você fez uma postagem aqui e nem deu uma passadinha por lá??
Humpf.
kkkkkkkk
...
É bonito isso de permancer as coisas...
Poético... e os limiares da poesia sempre me fazem divagar...