E se eu não tivesse que dizer nada
E o Senhor me respondesse?
E se eu pudesse ser tudo o que sou
Sem me preocupar contigo?
E seu eu acreditasse, mesmo, na fé que professo?
De forma que meu pecado se fizesse graça?
E, dessa forma, fazendo uso do meu erro
Como a serpente no deserto, encontrasse a cura?
E se tudo isso for verdade e eu só tenha medo?
E se o medo fosse embora e com ele minha fraqueza?
E se não houvesse nenhum “mas”? Pois é ele o meu problema.
E se eu, simplesmente, cresse?
Se eu tivesse coragem, se fosse um inconseqüente,
Eu pegava agora meu desejo e fazia pecado.
Eu pagava pra ver, eu quebrava os limites,
E ainda gozava tranqüilo o seu perdão.
(Fernando Vieira – última semana de verão/2009)
E o Senhor me respondesse?
E se eu pudesse ser tudo o que sou
Sem me preocupar contigo?
E seu eu acreditasse, mesmo, na fé que professo?
De forma que meu pecado se fizesse graça?
E, dessa forma, fazendo uso do meu erro
Como a serpente no deserto, encontrasse a cura?
E se tudo isso for verdade e eu só tenha medo?
E se o medo fosse embora e com ele minha fraqueza?
E se não houvesse nenhum “mas”? Pois é ele o meu problema.
E se eu, simplesmente, cresse?
Se eu tivesse coragem, se fosse um inconseqüente,
Eu pegava agora meu desejo e fazia pecado.
Eu pagava pra ver, eu quebrava os limites,
E ainda gozava tranqüilo o seu perdão.
(Fernando Vieira – última semana de verão/2009)



